Depois que meu marido faleceu, fui ao baile da escola de pai e filha no lugar dele

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Meu marido costumava levar nossa filha flores para o baile de pai e filha todos os anos. Seis meses depois de o enterrarmos, eu a levei no lugar dele, esperando fazê-la feliz. Mas os colegas dela riram no momento em que entramos no salão. Então cinco policiais entraram e mudaram toda a noite em segundos.

A casa tinha ficado mais silenciosa nos seis meses desde que Richard (Richie) morreu. Sua caneca de café ainda estava na prateleira onde ele a deixara. Algumas manhãs, eu passava pela cozinha e jurava sentir o cheiro do perfume dele no corredor.

Mia e eu éramos dois batimentos em uma casa construída para três. Ela costumava ser uma criança barulhenta. Agora ela se movia pelos cômodos como se estivesse pedindo desculpas por ocupar espaço.

O folheto da escola chegou numa segunda-feira, com letras rosa, bordas brilhantes e “Baile de Pai e Filha, Sexta à Noite” impresso na frente.

Eu o deixei no balcão e esperei.

Mia entrou, largou a mochila e congelou ao ver aquilo.
“Eu não vou”, ela disse.

“Querida.”

“Mãe, por favor. Não.”

Ela se virou e subiu as escadas. A porta do quarto se fechou suavemente, o que de alguma forma doeu mais do que uma batida.

Fiquei no balcão, segurando aquele folheto rosa, e pensei em Richie. Todos os anos, sem falhar, ele comprava para Mia um pequeno buquê de cravos cor-de-rosa. Ele batia na porta dela como um cavalheiro buscando um encontro.

“Senhorita Mia”, ele dizia, fazendo uma reverência, “sua carruagem a espera.”

Ela sempre ria, cobrindo o rosto com as mãos.

Subi as escadas e bati na porta dela.

“Mia? Posso entrar?”

“Pode.”

Ela estava encolhida na cama, abraçando o antigo moletom da academia do pai. Sentei ao lado dela e afastei seu cabelo do rosto do jeito que ele fazia.

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